Our Blog

O programa Mais Médicos, do governo federal, criou uma curiosa subcategoria dos profissionais da medicina. É como se, em regra, só viessem a ele aderir os fracassados na profissão. A vinda de estrangeiros não melhorou essa sensação. É como se os fracassados na profissão mundo afora pudessem vir aqui aportar.

Suportado pela falsa urgência de enviar médicos para regiões desassistidas, percebe-se que há motivações estranhas além da necessidade de fornecer assistência médica às regiões carentes.

Um capítulo à parte são os cidadãos brasileiros diplomados em universidades estrangeiras, ainda sem reconhecimento no Brasil. Em regra, são aqueles estudantes que foram incapazes de serem aprovados no vestibular no Brasil e que buscaram o facilitário de ir a escolas estrangeiras, de fácil acesso, a maioria na América do Sul e em Cuba.

Então não é por acaso que podemos constatar o grande desprezo dos profissionais da medicina e das associações de médicos contra essa forma de recrutar novos médicos. Em geral, os recrutados são incultos e mal treinados. Os estrangeiros têm o agravante de não dominar a língua pátria. Eis, pois, a receita para a produção de erros médicos em série.

Quem está engajado no programa é considerado profissional de segunda classe por quem é do ramo. Basta ver os inúmeros artigos e manifestações trazidos pela imprensa nos últimos meses.

Mas o que causa espécie mesmo é a forma como os médicos cubanos foram contratados. O contrato de trabalho não é individual, mas firmado com o governo cubano, que confisca pela intermediação a maior fatia do valor pago. O sistema é uma espécie de doação de recursos públicos brasileiros para o governo de Cuba, em soma milionária (já são 7.500 médicos cubanos em atividade no Brasil).

Lembre-se que tal forma de contratação contraria a legislação brasileira e singulariza uma forma peculiar de escravidão, com a conivência do governo brasileiro. O governo de Cuba entra no negócio como “gato” de mão de obra.

Os médicos cubanos podem, assim, constituir uma terceira categoria, ainda mais desprezada, por ser mal treinada e trabalhar sob o regime de escravidão. O desprezo sobre eles é total. O regime de trabalho diferenciado dessa gente é uma afronta aos brasileiros, às leis, ao Poder Judiciário.

Os médicos cubanos são uma espécie de boias frias da medicina no Brasil. Não é para menos.

Agora é rezar para que os erros médicos não façam vítimas. A medicina no Brasil está em estágio avançado, usa técnicas internacionalmente reconhecidas e lida com os mais reconhecidos recursos fármacos, que não são ensinados ou usados em Cuba. De fato, uma medicina de terceira categoria.

administrator

So, what do you think ?


três × = 12