A ARISTOCRACIA DO ESPÍRITO 10 de dezembro de 2009 Publicado originalmente na revista Dicta&Contradicta   Ficha Técnica: Leo Strauss, Direito Natural e História, Tradução de Miguel Morgado, Lisboa, Edições 70, 2009 (Publicado originalmente em inglês, em 1950). Miguel Morgado, A Aristocracia e seus Críticos, Lisboa Edições 70, 2008. Miguel Morgado é um jovem filósofo português ainda pouco conhecido no Brasil. Professor

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Os dois poemas que escolhi para me debruçar aqui precisam ser lidos em conjunto e compreendidos em conjunto. Formam uma totalidade nefanda. De novo vemos o simbolismo do Mal brotar com efervescência contagiante. Whitman aqui se torna o profeta das guerras do século XX, torna-se o coveiro do Cristianismo, exalta a América e aponta o dedo acusador

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Reformulei minha intenção original de explorar mais dois conjuntos de poemas importantes do Folhas de Erva, o conjunto que está sob o nome de CÁLAMO e que contém o importante poema ATRAVESSANDO NO FERRY DE BROKLIN e o místico OS QUE DORMEM (“Agora avanço na escuridão, novos seres surgem,/A Terra foge de mim, foge para a noite,/Vi que a terra era bela, e agora vejo que

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Nos comentários anteriores eu escrevi que Walt Whitman cantou o Mal dos tempos modernos. E em que consiste esse Mal? Em primeiro lugar, na negação da Tradição, no extermínio da verdade cristã que presidiu a Europa e o Mundo por dois mil anos, em luta ativa contra a verdade da Salvação. Os tempos modernos registram

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Há um outro poeta, além de Nietzsche, que ombreia com Walt Whitman em me causar espanto e em me provocar estranhezas: Fernando Pessoa. Este procurou seguir as pegadas do norte-americano e chegou a lhe escreve um poema laudatório (Saudação a Walt Whitman). Pessoa, todavia, era português demais, cristão demais, medieval demais para cantar o Mal com tanta

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Escrever sobre poesia não é tarefa das mais fáceis. Sempre preferi falar dela, recitá-la, deleitar-me na sua leitura a analisá-la. Saí em férias com o grosso volume da tradução portuguesa do FOLHAS DE ERVA (tradução de José Agostinho Baptista, Editora Assírio & Alvim, Lisboa, 2003), do grande poeta norte-americano Walt Whitman para momentos de puro lazer, deixando

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